Ando com o sono agitado ultimamente. Em janeiro de 2024 – há quase dois anos, comecei a pensar em uma estrutura ou modelo de dados para “plantas medicinais”, provocado pela querida amiga, Dra Viviane Kruel. A proposta era ousada! Passar o nome vernacular para o protagonista do modelo, em substituição ao nome científico. De lá para cá, como podem ver até pelas postagens aqui no blog, meu envolvimento com alunos de pós-graduação e iniciativas relacionadas com o tema da etnobotânica se intensificou significativamente. Da Rede de Conhecimentos da Sociobiodiversidade, tocada pelo ICMBio ao projeto para o “Desenvolvimento de uma extensão de dados para documentar informações sobre a sociobiodiversidade“, com o SiBBr e parceiros. Do projeto MCTI/GEF “Empowering Indigenous Peoples and Local Communities (IPLCs) to manage biodiversity data and information as a strategy to conserve their territories, safeguard traditional knowledge, and promote integrated biodiversity management” à iniciativa USEFLORA, e ainda considerando a parceria da RNP para o desenvolvimento de um sistema para o SisGen, a interseção do interesse destas e outras iniciativas relacionadas e equivalentes é a materialização de um “banco de dados sobre conhecimento tradicional”.

Cheguei a apresentar uma proposta de “Arquitetura para um Sistema de Informações sobre Conhecimento Tradicional Associado à Biodiversidade“, na Oficina da Rede de Conhecimentos sobre a Sociobiodiversidade, no início de dezembro de 2025, mas o que vem tirando meu sono é a “camada de persistência” desta arquitetura. O banco de dados em si. Mais precisamente, as visões e implementações de modelos de dados válidos.
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